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Como integrar autistas com não autistas |
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Ø Formar grupos com pelo menos um não autista para cada autista para encontros de 20 minutos três vezes por semana. O ideal é que o companheiro não autista tenha ou mais anos de idade. Após a atividade o grupo lancha junto. Ø Deve ser feito um programa de prioridades a serem trabalhadas para cada autista (ex. permitir a proximidade de outros, aprender a participar de uma roda). A família deve trabalhar concomitantemente no mesmo objetivo. Ø Desenvolver atividades muito interessantes, sempre com novidades para promover um ambiente especialmente positivo para todos. Deve haver uma rotina nas atividades. Dar prioridade para atividade que requeira a participação de todos (formar grupos com a mesma tatuagem ou colante na roupa ou formar um ônibus com os participantes). Deve-se evitar tarefas que exijam linguagem complexa ou coordenação motora fina. Ø O adulto interfere na atividade através de modificações do ambiente (manter um espaço limitado; identificar visualmente onde devem ficar) ou por dicas dadas para a criança não autista. Ø Combinar antecipadamente com todos os participantes e familiares qual o tema do próximo encontro (ex. todos devem usar sua core preferida ou todos devem trazer algum objeto relacionado com páscoa / natal). A família deve estimular o assunto até o próximo encontro.
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Programas de inclusão social através de colegas não autistas
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Orientação para crianças não autistas que convivem com autistas
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Ø Explicar que existem crianças que querem brincar com outras crianças mas que não sabem como fazer isto. Elas não sabem como fazer amigos e não sabem falar muito bem. Por isto elas precisam de ajuda. Ø Provavelmente as crianças dirão quem são estas crianças na turma. Ø Orientar para caso eles vejam que esta criança está sozinha durante uma atividade ou recreio, podem tentar pegá-la pela mão para trazê-la até o grupo. Mas que é importante ser persistente pois a criança pode não responder prontamente. Ø Para brincar com esta criança o ideal é tentar fazer inicialmente a mesma coisa que ela estiver fazendo e aos poucos tentar ir mudando para algo diferente que você quer fazer Ø Falar devagar e com frases curtas. Brinque falando o que você está fazendo e o que pretende fazer. Ø Oriente a ignorar os comportamentos estranhos como as estereotipias ou os gritos.
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Atividades para autistas de alto funcionamento
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Ø Ensinar habilidade social como se apresentar, como pedir algo, como comprar alguma coisa. Ø Trabalhar empatia Ø Trabalhar as diferentes visões de uma mesma estória. Nem sempre o que ele sabe e gosta é o mesmo que os outros gostam e sabem.
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Dra. Carla Gikovate |
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Médica — Neurologista infantil — Mestre em Psicologia Especialista em Educação Especial Inclusiva |